Viviane
Os sons dos meus saltos finos ecoavam no corredor silencioso enquanto eu avançava sem diminuir o ritmo. Cada passo carregava a raiva que pulsava no meu peito, quente e sufocante. Meus dedos se fecharam com força ao redor da alça da minha bolsa. Eu senti a mandíbula travada, os músculos do rosto rígidos. Caminhei direto para a suíte no final do corredor. Eu descobri exatamente onde a Liliane estava. Ela não fazia ideia que eu estava a poucos metros dela.
Parei diante da porta sentindo a