O prédio da Montenegro Capital estava silencioso naquele final de tarde, com o sol se refletindo nos vidros como se iluminasse segredos que ninguém deveria ver. Isabela caminhava pelos corredores com passos calculados, segurando uma pasta cheia de documentos antigos que havia encontrado em arquivos esquecidos do setor financeiro. Cada papel era uma pista, cada número fora do lugar, um sussurro de algo maior.
Lucas a seguia discretamente, mantendo uma distância respeitosa, mas sua atenção estava