A noite estava fria quando Lucas estacionou o carro a poucos metros do portão do Cemitério da Colina. O local, isolado no alto de uma encosta, parecia abandonado. Os portões de ferro enferrujados gemiam com o vento, e a lua cheia iluminava os túmulos antigos, projetando sombras que mais pareciam vigias ocultos.
Isabela desceu do carro em silêncio. O coração batia rápido, mas o rosto permanecia firme. Desde a infância, evitava cemitérios. Agora, estava prestes a entrar em um em busca de resposta