O mundo parece prender o fôlego.
O vento sopra devagar, como se tivesse aprendido a respeitar o silêncio do Sítio dos Maia. Nem as folhas se movem, nem os pássaros cantam. Há um silêncio tão denso, tão dolorosamente vivo, que parece ter peso. É o tipo de silêncio que só nasce nos minutos que antecedem o adeus, o verdadeiro, o que arranca pedaços. O tempo, ali, não anda. Ele apenas observa, respeitoso.
A poeira da estrada ainda não subiu. Mas os olhos já marejam. Os corações estão apertados, e a