O riso explode na sala, abafado, cúmplice, como quem tenta proteger um sono sagrado, mas não conseguem evitar. A atmosfera é densa de amor, tão espessa que quase se pode tocá-la. No centro de tudo, Lua, minúscula, adormece no colo de Jonathan, respirando com a serenidade de quem ainda desconhece os medos do mundo.
Ravi, de braços cruzados, observa a cena, impaciente e teatral, mas não consegue esconder a ternura que emana dos olhos.
— Ah, agora já deu, não é? — resmunga, fingindo indignação.
—