É sempre assim, quando tudo parece ter chegado ao auge da diversão, uma vitrine se transforma em armadilha. E não qualquer vitrine… mas uma de rendas, sedas e promessas indecentes.
— Ai, vamos entrar. Rapidinho, anuncia Cátia com um brilho maroto nos olhos, cravando os saltos como se estivesse prestes a liderar um ataque coordenado.
O grupo para. Olha a vitrine. Olha umas para as outras. E então... é como se um código secreto tivesse sido ativado. Em segundos, Marta, Islanne, Lizandra, Jessica