A saída do Tribunal de Justiça foi um borrão de luzes estroboscópicas e gritos abafados. O Dr. Arnaldo, o homem que durante décadas fora o guardião dos segredos mais obscuros da elite corporativa de São Paulo, estava a ser conduzido por polícias federais através de uma saída lateral, com o paletó sobre as mãos algemadas. O império de influência que ele construíra desmoronava-se em direto para todo o país, mas Nicholas e eu não ficámos para assistir à queda final.
Dentro do carro blindado, o sil