Mundo de ficçãoIniciar sessãoNão há nada tão ruim que não possa piorar. Luiza aceitou uma proposta de trabalho e saiu do Rio Grande do Sul para morar em São Paulo na esperança de recomeçar a sua vida depois de uma tragédia pessoal ter a deixado destroçada. Infelizmente, aquele ditado que diz que quando a esmola é demais, o santo desconfia é a mais pura verdade. A gaúcha descobriu tarde demais que a proposta de emprego que recebeu não era bem o que ela estava pensando. *** Ela vive a maior humilhação da sua vida quando se vê obrigada a subir em um palco para assistir a sua virgindade ser leiloada. Felipe, o CEO de uma das maiores construtoras do país, vê toda aquela cena no palco e se sente na obrigação de fazer algo a respeito. Ele é um homem bonito, bem sucedido, mas que guarda em seu coração a decepção e a tristeza de ter sido abandonado, quando criança, pela mulher que deveria ama-lo. O CEO, que já nutria uma certa dificuldade em acreditar nas mulheres, viu o seu nome ser jogado na lama a alguns meses depois de descobrir uma traição da sua ex noiva através de Paparazzis. Duas pessoas quebradas de formas diferentes, que só querem recomeçar suas vidas sem que alguém tente quebra-los ainda mais. Uma história que fala de amor, redenção e cura mútua.
Ler maisFELIPE E LUIZALUIZA: Decidimos contar o final das nossas história juntos, como sempre estivemos desde que nos conhecemos.FELIPE: Verdade amor! Vamos começar pelos antagonistas das nossas histórias. O Gustavo, ex da Mari foi solto, e pediu perdão a Mariana e ao Davi que o perdoaram. A última vez que tivemos notícia, ele havia se casado e ido embora do Rio Grande do sul, junto com a esposa e a mãe. O Mateus, ex-diretor financeiro da construtora permanece preso, e irá permanecer por muito tempo, visto que o roubo não foi seu único crime, já que ele também foi condenado pela morte do Pedro Pinheiro. E por último vamos falar da Gabriela, que não vimos desde aquele encontro dela com a Luiza no shopping, porém recentemente ela viralizou nas redes sociais novamente, aparecendo como pivô da separação de um cantor famoso. A nota mostrava fotos dela com o cantor em uma praia do Rio de Janeiro, e a nota chamava ela de "talarica", pois ela seria amiga da esposa do homem.LUIZA: Agora vamos falar
LUIZA Eu armazenei uma boa quantidade de leite e liguei para o Felipe que estava com o celular desligado. Eu não pensei duas vezes e chamei um Uber para ir até o hospital, deixando os gêmeos com a Clau e a babá. Chegando no setor da maternidade, logo vi o Felipe.— Amor?— Cadê a Mariana?— Por que você não me ligou? Eu ia te buscar.— Eu liguei, mas seu celular está desligado — falei com um semblante sério. — Cadê a Mariana?— O Davi, a Célia e o Luiz entraram lá agora para vê ela.Ele pegou o celular e constatou que estava desligado.— Me desculpa amor, eu não vi que havia descarregado.— Tu sabia o quando eu estava aflita, eu estava lá às cegas, comecei a pensar um monte de besteira.Antes que ele pudesse responder alguma coisa, a Manu e o Rafa se aproximaram.— Como você está amiga? — a Manu perguntou.— Estou bem! E ela como esta?— O pior já passou — a Manu falou me abraçando. — Ela vai ficar bem.— Como estão os gêmeos?— Estão bem! Estão com a Claudinha e a Keila. Nós
LUIZAO Miguel e a Ana estavam com duas semana, quando fizemos um almoço de domingo para o Rafa, a Manu, o Theozinho, o Davi e a Mari, que a qualquer momento poderá entrar em trabalho de parto, por ter entrado na quadragésima semana. Foi um domingo bem agradável, e os gêmeos foram muito mimados pelas dindas. A mãe do Felipe que ficou aqui por duas semanas, foi embora há dois dias. A Célia e o Luiz chegarão hoje a tarde, e ficarão até a Beatriz nascer. Passaram-se dois dias, e chegou o dia do nascimento da Beatriz. A Mari começou a sentir as contrações a noite, e o Davi a levou para o Hospital, juntamente com a Célia e o Luiz. Como eu não pude ficar no hospital por conta da Ana e do Miguel, o Felipe foi ficar com eles. Eu pedi que ele me atualizasse sobre tudo, e não consegui dormir direito à noite. Eu estava angustiada, e sempre que cochilava, eu tinha pesadelos. De manhã a Mari chegou nos dez centímetros de dilatação, e a equipe começou a fazer o parto dela, e eu fiquei a
LUIZA Chegamos no hospital ainda de madrugada, e fomos encaminhados para um dos quartos. A Dra. Juliana já havia avisado que em poucos minutos chegaria, então ficamos esperando. Algum tempo depois que a minha bolsa havia estourado, comecei a sentir algumas contrações menos espaçadas. Em menos de meia hora que haviamos chegarmos no hospital, a Dra Juliana chegou e começou a me examinar. Ela então falou que se tudo se encaminhasse como estava previsto, que conseguiríamos um parto normal, pois os gêmeos estavam posicionados. Os intervalos das minhas contrações ainda eram de vinte minutos, e duravam de trinta a quarenta segundos. A Elaine e o Felipe ficaram o tempo inteiro do meu lado. Cerca de uma hora depois que estávamos no hospital, a Manu e o Rafa chegaram, seguidos da a Mari e do Davi que chegaram 5 minutos depois. Estava tudo tranquilo até então, as contrações eram espaçadas, e apesar da bolsa ter estourada, a Dra. Juliana nos tranquilizou.— Luiza, pode ficar bem





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