O quarto estava silencioso.
A única luz vinha da lua, atravessando parcialmente as cortinas e desenhando sombras suaves sobre a cama.
Isabella já dormia.
A respiração calma, o corpo relaxado… completamente entregue ao sono.
E, ainda assim, estava ali.
Nos braços dele.
Arthur permanecia acordado.
Uma de suas mãos ainda repousava na cintura dela, como se tivesse chegado ali sem que ele percebesse exatamente quando. E o mais curioso… ela não havia se afastado.
Pelo contrário.
Em