Priscila Narrando
O toque dele ainda ardia na minha pele como se tivesse sido ontem, mesmo que os minutos tivessem passado voando desde o beijo. Era como se o tempo tivesse congelado entre meu corpo prensado contra a parede e o jeito como os olhos do Everton me engoliam por inteira. Ele não disse mais nada, mas também não precisava. O corpo dele falava tudo. Enquanto ele me beijava daquele jeito, com fome, com ternura, com saudade e desejo misturados, eu só conseguia pensar em como a gente che