Priscila Narrando
Acordei com aquela sensação estranha no peito, como se algo ruim estivesse prestes a acontecer. Tentei ignorar, levantei da cama e fui direto pro quarto do Luizinho. Ele ainda dormia, com a respiração calma e aquele jeitinho tranquilo que só as crianças têm. Me sentei na beira da cama e fiquei observando meu menino. Ele era meu porto seguro, minha razão, meu tudo.
Depois de uns minutos ali, levantei e fui preparar o café. A casa ainda estava em silêncio, e eu tentei me concen