Bárbara Narrando
— Marcelo, deita. — ordenei, jogando ele no sofá do quarto. — Se vai me servir, vai ser direito.
Ele ainda tentava se recompor do que tinha acabado de acontecer, mas já se ajeitava rápido, obediente. Arrastei a bolsa pro lado, subi um dos pés no estofado e puxei a calcinha devagar, deixando ele de cara com a minha intimidadë.
— Abre a boca. — exigi, encarando ele como uma dona encara o cachorro que acabou de morder o sapato errado.
Marcelo não hesitou. Avancei, segurando na nu