O sol de domingo entrava generoso pelas janelas do apartamento, trazendo aquele clima preguiçoso e acolhedor. Exatamente às onze e meia da manhã, a campainha tocou.
Zoe correu para abrir a porta, com um sorriso que Henry, ou melhor, Lucca, já considerava o ponto alto do seu dia.
Ao ver Lucca parado ali, com um semblante leve, ela não conteve a alegria.
— Lucca! Que bom que você veio!
Ela exclamou, puxando-o para dentro.
— Eu não perderia por nada.
Ele respondeu, dando um beijo ne Zoe, da porta