O silêncio da madrugada no bairro de Fiera era quebrado apenas pelo som abafado dos saltos de Zoe contra o piso, enquanto ela girava a chave da porta de casa. O relógio mal marcava uma hora da manhã, mas a energia da jovem parecia capaz de iluminar toda a sala escura.
Lá estava Dona Laura, sentada na poltrona com uma xícara de chá já frio, o olhar atento de quem conhece cada suspiro da filha.
— Mãe! Você ainda acordada?
Zoe sussurrou, jogando a bolsa no sofá e deixando um sorriso radiante escap