OS CONVITES
O silêncio da ala leste da mansão Salvattore era quebrado apenas pelo toque do seu celular. Henry estava estirado em sua poltrona de couro italiano, com um copo de cristal contendo dois dedos de uísque e a mente finalmente longe dos negócios da família. A iluminação em tons de âmbar destacava o luxo sóbrio do quarto, um refúgio de mármore e madeira escura.
O vibre metálico de seu celular sobre a mesa de cabeceira cortou a quietude. Ele franziu o cenho ao ver o nome no visor, mas seu