Assim que cheguei à Marktplatz, eu tive a sensação de ter entrado dentro de um cartão-postal.
Sério.
Parecia aqueles lugares que a gente vê em filme e pensa: “isso não pode ser real”.
Mas era.
Desci do carro devagar, olhando ao redor com atenção, como se tivesse medo de perder algum detalhe. A praça era ampla, aberta, com aquele chão de pedras antigas que contavam história só de existir. No centro, barracas organizadas vendiam flores, pães, frutas… tudo com uma estética impecável, como se até o