O restaurante estava cheio.
Cheio… e impecável.
Assim que entramos, senti como se tivesse atravessado uma porta invisível para outro mundo. Luzes suaves, mesas perfeitamente organizadas, taças brilhando, pessoas elegantemente vestidas — tudo ali exalava riqueza, poder… e um certo tipo de julgamento silencioso.
Respirei fundo.
Era só mais uma atuação.
Eu sabia fazer isso.
Ou pelo menos… estava aprendendo.
Logo na entrada, um funcionário extremamente educado se aproximou.
— Boa noite, senhor Gonz