ISADORA VILLANOVA
Minha cabeça latejava, como se o meu cérebro estivesse preso em uma prensa de metal. Um gosto amargo, seco e com um traço químico enjoativo tomava conta da minha boca. Aos poucos, as minhas pálpebras começaram a se abrir, lutando contra a tontura e a confusão mental.
A primeira coisa que os meus olhos capturaram foi o teto. Não precisei olhar as paredes para saber exatamente onde eu estava. Bastou um segundo. Eu conhecia cada canto opressor daquele lugar maldito.
Eu estava