ISADORA VILLANOVA
Assim que a porta se fechou, afastei o edredom sujo de sopa e desci da cama. Tive o cuidado de pisar nos espaços vazios do chão, evitando os cacos que estavam espalhados.
Caminhei na ponta dos pés até a porta e girei a maçaneta. Trancada. Era o óbvio, mas eu precisava tentar.
Mudei a minha direção e fui apressada até a janela do quarto. Abri um pedaço das cortinas e olhei para fora. A noite já tinha caído sobre San Vesper. Observei a altura. Estávamos no segundo andar da ma