HENRIQUE VALADARES
O som dos alto-falantes parecia martelar diretamente no centro do meu cérebro. Eu estava de pé, inclinado sobre a mesa onde o mapa e os rádios comunicadores estavam espalhados.
De repente, o som de tecido rasgando foi imediatamente seguido por um grito de Isadora. Logo depois, um chiado contínuo ecoou pelos auto-falantes da central. A escuta tinha sido destruída.
— Merda! Ele encontrou a escuta! — o comandante da operação berrou, socando a mesa de comando. — Equipe tática