ISADORA VILLANOVA
Acordei, notando que já era noite. Sentei na cama devagar, esfregando os olhos e sentindo a minha cabeça um pouco menos pesada.
— Que bom que você acordou, amor. Conseguiu descansar um pouco? — Henrique perguntou levantando da poltrona, caminhou até a cama e sentou ao meu lado.
— Um pouco — respondi, suspirando. — Como estão as coisas?
— Tudo bem. Falei com meu tio agora há pouco. A equipe de seguranças já está se organizando na capital. Eles vão pegar a estrada durante a n