HENRIQUE VALADARES
Terminei de fechar o zíper da minha mala de viagem e a coloquei ao lado das malas de Isadora. Enquanto checava meu celular, ouvi duas batidas na porta aberta do quarto.
Virei o rosto e vi o meu tio.
— Henrique, você tem um minuto? — ele perguntou. — Podemos conversar no escritório?
— Claro, tio. Já estou indo — respondi, guardando o celular no bolso.
Segui ele até seu escritório particular. Assim que entramos, ele fechou a porta e caminhou até sua mesa, pegando algumas pa