Maya narrando
Estou de pé no centro do closet gigantesco que Arthur mandou projetar para mim na cobertura. Olho ao meu redor e sinto uma tontura sutil diante de tanta opulência. São fileiras intermináveis de vestidos de alta-costura, prateleiras de sapatos de grife e gavetas de vidro blindado repletas de joias que reluzem sob a iluminação embutida. Arthur comprou tanto, mas tanto, que passo a mão pelos tecidos e penso, com um sorriso contido, que eu nem sei se nesta vida inteira vou conseguir