Maya narrando
Abro os olhos na claridade da suíte master. O relógio na parede marca o início da tarde. Olho para o lado e vejo Arthur em pé diante do imenso espelho, terminando de abotoar os punhos da sua camisa preta. O corpo dele carrega a rigidez de quem passou a noite em claro, mas os seus olhos azuis encontram os meus pelo reflexo com aquela possessividade de sempre.
Sento-me na cama , ajeitando os meus fios crespos que se espalham volumosos pelos meus ombros. Olho para a minha barrig