A mansão estava silenciosa quando entramos.
O sol da tarde entrava pelas janelas da sala, pintando os móveis de madeira escura com um brilho alaranjado. Sophia dormia no andar de cima, exausta depois de uma manhã intensa na escola. Eu ainda tremia. As pernas não me obedeciam direito. O coração batia rápido, mesmo depois de termos deixado o galpão para trás.
Maximus foi direto para o bar. Serviu um uísque. Bebeu de um gole só. Serviu outro.
— Você quer? — perguntou, sem olhar para mim.
— Não.
Se