CAP. 73- Clara já era a dona do homem que construiu o imperio.
POv/ Adrian
Eu me agachei entre as pernas dela, que estavam abertas em um "V" imenso e exposto na cruz. Minha respiração falhou. Ali, de cabeça para baixo, a intimidade dela parecia se oferecer para mim em toda a sua glória. O buraquinho pequeno, de uma cor de pêssego maduro, se contraía de forma involuntária, pulsando e lambuzando-se com uma umidade clara que brilhava sob a luz.
O cheiro de baunilha dela, agora misturado ao cheiro metálico da excitação, me atingiu como um soco. Eu me torturava apenas olhando. Minha mão desceu para o meu próprio pau, que latejava tanto que parecia prestes a rasgar o zíper. Eu o libertei, sentindo o ar gelado contra a cabeça latejante, e comecei a bater uma, os olhos fixos na fenda dela que se abria e fechava em espasmos de necessidade. Introduzi um dedo, fazendo movimentos delicados para não a machucar, sentindo a pele arrepiada dela reagir ao meu toque.
Eu gemia de dentes cerrados, vendo como ela respirava profundamente, o peito subindo e descendo de