CAP. 39- Quando há desejo não importa a grana
POV Adrian
— S-senhor Adrian… — ela balbuciou.
Victor passou novamente o braço nas costas dela: protetor, idiota.
— Não há regra que proíba — disse ele.
Eu não falei: eu rosnei. O som foi abafado, mas o suficiente para Victor recuar um passo, percebendo o perigo.
— Vamos.
Meu maxilar travou com tanta força que senti o risco de fratura. Eu soube, sem admitir em voz alta: eu vou destruir isso. E vou destruir qualquer um que ache que tem o direito de tê-la. Entrei no carro.
Victor me cumprimentou p