Mundo de ficçãoIniciar sessão— S-senhor Adrian… — ela balbuciou.
Victor passou novamente os braço nas costas dela, protetor, idiota.
— Não há regra que proíba — ele disse.
Eu não falei. Eu rosnei. O som foi abafado, mas o suficiente para Victor recuar um passo, percebendo o perigo.
— Vamos. — Meu maxilar travou com tanta força que senti o risco de fratura.
Eu soube, sem admitir em voz alta: Eu vou destruir isso. E vou destruir qualquer um que ache que tem direito de tê-la.
Entrei no carro.
Victor me cumprimentou pelo retrovisor, cordial como sempre. Disse algumas palavras triviais, daquelas que se dizem por educação. Eu respondi no automático.
Tive vontade de socá-lo.
Controlei.
Ele não tinha culpa dos meus sentimentos. Não tinha culpa dos meus problemas.
E, acima de tudo, era meu coleg






