Mundo ficciónIniciar sesión— S-senhor Adrian… — ela balbuciou.
Victor passou novamente os braço nas costas dela, protetor, idiota.
— Não há regra que proíba — ele disse.
Eu não falei. Eu rosnei. O som foi abafado, mas o suficiente para Victor recuar um passo, percebendo o perigo.
— Vamos. — Meu maxilar travou com tanta força que senti o risco de fratura.
Eu soube, sem admitir em voz alta: Eu







