Capítulo 151 — A criança viu o ato. Viu o rosto.
POV Emília
A estrada parecia serpentear por um labirinto de incertezas.
O asfalto úmido refletia o céu carregado, e cada quilômetro que nos afastava da opressão da mansão Quinn era um suspiro de alívio, ainda que breve.
Téo estava silencioso no banco de trás, os olhos fixos na paisagem urbana que passava depressa. Ele não emitira um único som desde o confronto no pátio, mas seus pequenos dedos tamborilavam nervosamente sobre a mochila de gizes de cera.
Eu apertava o volante do SUV com força