POV Emília
O silêncio da propriedade em Connemara era diferente do da mansão em Galway.
Lá, o silêncio era opressivo, carregado de segredos de décadas. Aqui, em meio às colinas isoladas e ao som do vento fustigando as janelas de madeira, o silêncio era de vigília.
Eu não conseguia fechar os olhos. Cada vez que tentava, a imagem do carro capotado no penhasco e o banco vazio voltavam para me assombrar.
Thomas e Téo finalmente tinham cedido à exaustão. Estavam dormindo em camas geminadas n