Acordo sobressaltada, ainda presa entre a névoa do sono e da realidade. Por alguns instantes, demoro a reconhecer onde estou. Sento-me devagar, com o coração acelerado, e ao olhar para o lado, encontro Eduardo dormindo tranquilamente. Ele está cercado por travesseiros e coberto por uma manta.
Sem saber que horas são, me levanto com cuidado para não acordá-lo. Pego minhas sapatilhas e saio do apartamento na ponta dos pés, fechando a porta atrás de mim sem fazer o menor ruído.
Ao entrar no me