— Sim, vamos usar a mesinha de centro — anuncia. — Fique à vontade. Pode deixar sua sapatilha no carpete da entrada, se preferir.
— Espera, Eduardo, como assim, jantar aqui? No chão? — pergunto, levando as mãos à cintura.
Eduardo solta uma gargalhada contagiante diante da minha pergunta.
— O que foi? O que achou engraçado?
Olhando-me divertido, ele se aproxima, cruza os braços e levanta uma sobrancelha.
— Nunca jantou sentada no chão? — questiona.
— Claro que sim, mas... — hesito, procura