O aroma de café trouxe minha mente do mundo dos sonhos para o presente. Não sonhei, mas o sono foi profundo o bastante para me fazer sentir descansada.
Abro os olhos e encaro o janelão aberto. A brisa fresca vinda do mar me faz querer continuar deitada, mas a voz de Eduardo interrompe minha contemplação.
— Preparei café — diz ele, sentando ao meu lado e me estendendo uma xícara.
Ainda sonolenta, sento-me e aceito a bebida com gratidão.
— Achou café?
— Temos que ir ao supermercado. Enquanto não