— Oi, mãe — ele deu um beijo no topo da cabeça da Celina.
— Meu filho! Que saudade! — ela o abraçou com força.
Davi se ajoelhou na frente do Bruninho e colocou a mão grande e calejada na testa do menino, medindo a temperatura do jeito dele.
— Já deram o remédio? — perguntou, a voz carregada de uma proteção paternal que sempre me fazia suspirar.
— A Camila já cuidou disso — Celina avisou. — Falando nisso, cadê ela?
— Saiu no quintal pra atender um telefone — disse Celina. — Ah, Davi! Depois do a