— O Leandro quer guerra? — Davi rosnou, a voz ecoando pela sala destruída. — Então ele vai ter o massacre que tá pedindo. Marcos, convoca a tropa toda. Todo mundo de prontidão no quartel em vinte minutos. Vamos varrer a favela dele.
— Não... Davi, não! — me aproximei dele, desesperada. — Por favor, não vai!
Davi me segurou pelos ombros, puxando-me para um canto mais reservado da sala. O olhar dele amoleceu ligeiramente ao me encarar.
— Eu preciso ir, Alice. Se eu não for lá e cortar a cabeça da