— POR ISSO EU TE AMO! — ela pulou no meu pescoço, me enchendo de beijos besuntados de batom.
— Que porra de escândalo é esse na minha sala? — a voz grave do Davi surgiu da escada.
Fernanda nem piscou.
— Oi, troglodita das cavernas.
— Oi, pomba-gira descalça — Davi devolveu na hora, com um sorriso sarcástico. — O que cê tá fazendo aqui?
— Os pais da Fernanda vão passar a noite aqui hoje — avisei, já me preparando para o impacto.
O sorriso do Davi desapareceu instantaneamente. A cara dele fechou