Mundo de ficçãoIniciar sessãoMalrik permaneceu encostado na parede fria por longos minutos, deixando a dor no pulso latejar ritmicamente contra seu osso. Era o único lembrete de que ele ainda era o dono de suas ações. Ele precisava de distância. Precisava de um banho gelado e de focar nos relatórios sobre a movimentação de Aslan e dos Carraras que já estavam na fronteira.
Malrik saiu de seu dormitório quando, o silêncio da mansão foi interrompido pelo som metálico de uma tranca se abrindo.
Malrik congelou. Seus sentidos de policial, aguçados por anos de perigo, entraram em alerta máximo. Ele se camuflou nas sombras do corredor mal iluminado, a mão deslizando instintivamente para a arma escondida na base das costas.
A porta do quarto de Hanna se abriu apenas uma fresta.
Ela saiu com passos hesitantes, descalça sobre o mármore gelado. Não usava mais o vestido impe







