Mundo ficciónIniciar sesiónHanna mal conseguiu respirar, quanto mais responder. Ela apenas assentiu, os olhos castanhos esverdeados arregalados, enquanto Malrik batia a porta com um estrondo que pareceu selar o mundo lá fora. O som da tranca ecoou no quarto como um tiro.
Sozinha na penumbra, Hanna ficou parada, os dedos apertando o vazio onde antes estava o copo. O calor que Malrik despertara nela não se dissipou; ele se transformou em uma frustração pulsante, uma queimaç&atild







