Mundo de ficçãoIniciar sessãoEla se virou levemente para Malrik, o rosto emoldurado por uma expressão de triunfo birrento. Mesmo aos vinte anos, o trauma a fizera buscar refúgio em uma postura de menina protegida.
— Mas eu não sou essa... essa Silva importante que você diz! — continuou ela, olhando para Malrik com desprezo. — Eu sou de origem pobre, por que homens que parecem tão poderosos estariam me procurando? Você é burro? De onde eu venho, o nome Silva é igual a coelho, Malrik: a gente se multiplica com um pouco de água em qualquer buraco! Eu sou só mais uma, não valho o esforço.
Então, sentindo-se plenamente segura sob a custódia de Aslan, Hanna fez algo que deixou Malrik em choque: ela estreitou os olhos negros para ele e, com uma petulância infantil, mostrou a língua, num gesto de puro deboche, antes de esconder o rosto novamente no ombro de Aslan.
Aslan sol







