Rubi soltou um grito de alegria que ecoou pelas paredes de mármore da mansão. Ela soltou o cachorrinho de pelúcia no chão e pulou no colo de Ária com tanto entusiasmo que quase a derrubou.
— Mamãe Ária! Mamãe Ária! — Rubi exclamava, escondendo o rosto no pescoço dela, justamente onde a marca de Yulian estava escondida. — Agora o Papai não vai mais ficar bravo e a gente vai ser uma família de verdade!
Yulian se levantou, observando a cena com uma satisfação sombria e possessiva. Ele envolveu as duas em seus braços poderosos, um círculo de ferro que isolava o resto do mundo.
— Uma família de verdade — ele repetiu, a voz como um trovão baixo. — E eu vou matar qualquer um que tente tirar isso de nós.
Ária abraçou Rubi de volta, as lágrimas pinicando seus olhos. Ela tinha Hanna para salvar, uma dívida de sangue com a Bratva e inimigos atravessando o oceano, mas naquele momento, nos braços do homem que ela deveria temer, ela se sentiu, pela primeira vez em doze anos, em casa.
A euforia de R