Mundo de ficçãoIniciar sessãoA constatação de que Malrik sabia a verdade sobre sua identidade, somada ao peso brutal de cada palavra que ele disparara, fez brotar em Hanna uma ansiedade que beirava o desespero. Naquele instante de isolamento, ela desejou, com todas as forças, que sua irmã surgisse das sombras para arrancá-la daquele horror. No entanto, o pensamento seguinte veio como um golpe de realidade amarga. Ela acreditava piamente que Ária estava aprisionada nas garras de uma Síndrome de Estocolmo devastadora, subjugada e cegada pelo líder amaldiçoado e cruel da Bratva.
Por mais que cada fibra de seu ser clamasse pelo socorro da irmã mais velha, Hanna sentia que não podia se dar ao luxo de ser um fardo. Pelo contrário, em sua mente distorcida pelo medo e pela proteção, ela sentia que era quem deveria estar na posição de resgatar Ária das crueldades sádicas dos Volkovs. A iro







