Mundo de ficçãoIniciar sessãoA reunião terminou com o som gélido de vidros brindando, o eco do destino das irmãs Silva sendo selado no próprio inferno. Malrik manteve a porta aberta, a postura impecável e o olhar baixo, fingindo ser o soldado submisso que Aslan esperava, mas, por dentro, ele sentia o rastro do perfume caro e do cheiro de morte que Pablo e Konstantin deixavam para trás ao saírem da sala entre risos e fumaça de charuto.
Assim que as vozes se dissiparam no hall principal, ele saiu do escritório com os punhos ainda cerrados. O som do brinde dos vilões reverberava em sua mente como uma marcha fúnebre. Ao caminhar pelo corredor silencioso, sentiu o peso invisível de seu cargo. Ele não era apenas um capanga; era uma arma da lei infiltrada no coração da podridão. Tinha protocolos a seguir, uma equipe de apoio externa e, teoricamente, todo o respaldo do Estado para agir.
"- Eu te







