Mundo de ficçãoIniciar sessãoO toque de Konstantin no decote de Hanna não era apenas uma violação física; era como se uma camada de gelo estivesse se infiltrando em seus poros, contaminando sua própria percepção de si mesma.
Ela sentiu uma náusea tão profunda que o mundo ao redor começou a girar. Cada centímetro daquele homem exalava a morte, um tipo de maldade que não conhecia limites, que não via nela um ser humano, mas uma mercadoria a ser dissecada e profanada.
“— Eu vou morrer aqui... — ela pensou, o pânico absoluto nublando sua razão e fazendo o corredor girar diante de seus olhos. — Ele vai me levar para sabe-se onde e fazer sabe-se o que comigo.”
Hanna engoliu em seco, sentindo a garganta arranhar enquanto uma lágrima solitária e quente escorria por seu rosto, traçando um rastro de puro terror sobre a pele pálida. Em sua me







