Capitulo 113 - Febre de Saudade

— Eu... eu não... — Zale tentou resistir, mas Ária forçou o pulso dele em um ângulo impossível. — Tá bom! Penico! Penico! Eu me rendo!

Uma risada profunda e rouca ecoou vinda da varanda de pedra.

Ária soltou Zale e se levantou, limpando a neve das calças.

O coração de Ária acelerou ao reconhecer a risada e olhou ao redor, até seus olhos, agora, castanhos esverdeados pousar

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