A frase cai como uma bomba.
Viro o rosto devagar. Meus olhos arregalados, o corpo congelado.
— Senhorita, por favor, você precisa sair daqui. Não é seguro — diz o policial ao meu lado.
— N-não… — a palavra escapa como um soluço. — Mas… meu namorado… o Tristan… ele…
Minhas pernas falham. Me agarro ao policial por instinto.
— Eu sinto muito — ele diz, baixo. — Mas… aparentemente… não há sobreviventes.
Não há sobreviventes.
Essa frase se repete como um eco insuportável dentro da minha cabe