O corredor era um labirinto de vozes roucas e gemidos abafados. A cada passo, eu me sentia menos sóbria, não pela tequila, mas pelo peso do desejo ao meu redor. As paredes vibravam com o som do prazer cru, real, escorrendo das salas como se transbordassem.
Haviam várias portas, e algumas estavam abertas o suficiente para que eu visse flashes daquilo que acontecia ali dentro. Em uma delas, um homem estava de joelhos diante de uma mulher sentada numa poltrona de couro, as pernas abertas e o olha