Ela me puxava para perto, tocava minha mão, ria comigo, me fazia perguntas simples, íntimas. E eu respondia. Aos poucos, sentia minhas amarras afrouxando. O medo que me acompanhava como uma sombra desde que entrei naquela boate começava a se dissolver, se misturar ao calor do álcool e ao som das batidas graves que tomavam conta do meu corpo.
Mas ainda assim… às vezes, entre uma conversa e outra, eu lançava um olhar rápido em direção ao trono vazio. Ainda esperava por ele. Mesmo sem querer admit