— Dormi na casa da Tereza, ela me deixou comer biscoito no café da manhã! — disse todo orgulhoso, os óculos escorregando um pouco no nariz.
— É mesmo? — sorri, apertando ele contra mim, sentindo o cheirinho doce de shampoo infantil e travesseiro alheio. — E você se comportou?
— Eu fui ótimo! Pergunta pra ela!
Dona Tereza riu com aquele jeito maternal que me confortava sempre. Seus olhos se prendendo na minha aparência. Aparência de quem chorou. Ela me deu um sorriso mais contido, triste. E