— Algum empresário recluso. Russo, talvez. Discreto demais. Não lida diretamente com ninguém. O documento está com ele. É o que me importa.
Então era verdade. Ele não sabia. Não fazia ideia de que Tristan estava vivo. De que ele era o homem que eu vi naquela noite, parado na escada, com o mesmo olhar que me dava quando me via chegar. O mesmo olhar que agora me dilacerava.
— Você é nojento, Stevan — sussurrei, entre os dentes.
— E você é linda quando tenta me odiar. — Ele sorriu, malicioso.