— Clara, se for esse valor, então você tem que ser minha mulher secreta. Eu não quero um acordo de pagamento por encontro. — Disse Trey, irritado com a ganância dela.
— Mulher secreta? — Clara repetiu em voz baixa. Que diferença isso faria? No fim das contas, ainda era vender a si mesma. Seu rosto doce e delicado se ergueu para encará-lo.
— Por quanto tempo?
— Que tal um ano, em troca de dez mil? — Trey pensou apenas por um instante antes de responder.
"Dez mil por um ano… dá cerca de oitocentos por mês."
— Acho que é tempo demais, senhor Smith. — Protestou ela imediatamente, ouvindo Trey soltar outro suspiro pesado.
— Então eu acrescento mais mil por mês como sua mesada pessoal.
"Assim soa um pouco melhor."
— Então está bem. — Clara respondeu sem pensar nas consequências. Ela só queria atravessar aquele momento difícil primeiro. Observou Trey tirar um cheque, preencher o valor e rabiscar a assinatura rapidamente antes de entregá-lo a ela.
— Você vai ter que se mudar para o me