Devido ao esgotamento causado pelo esforço físico intenso durante toda a noite, Clara dormiu como se tivesse desmaiado e acordou mais tarde do que o jovem cliente, que já estava deitado de lado, apoiado no cotovelo, observando-a enquanto ela dormia.
— Acorda, Clara.
— Mmm… — Ela murmurou, afastando com irritação o dedo que cutucava sua bochecha.
— Clara, se você não acordar, vou te pegar enquanto dorme.
Os olhos dela se abriram imediatamente. Ao perceber que estava nos braços dele, ela se assustou e piscou rapidamente, tentando processar tudo o que tinha acontecido.
— Hã? O que foi? — Trey franziu a testa, perguntando à mulher que havia recuado quase um metro, puxando o cobertor junto.
— Que horas são, senhor Smith? — Ver o rosto bonito dele a deixou nervosa. Ela nunca imaginou acordar nos braços de Trey, o dono da empresa onde trabalhava, um homem jovem e ardente, com um metro e oitenta e cinco de altura, alguém que todos diziam que facilmente poderia ser protagonista de um dram